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Perguntas frequentes

Informação clara para orientar sua jornada

Reunimos aqui respostas claras para as perguntas mais comuns sobre reprodução humana assistida, tratamentos e etapas do cuidado, com informação responsável e orientação médica.

Não. As taxas de sucesso variam principalmente com a idade, qualidade dos óvulos e espermatozoides, diagnóstico clínico e resposta à estimulação ovariana. Por isso, o tratamento deve ser individualizado e acompanhado de forma próxima.

Os principais exames são avaliação hormonal, ultrassonografia, espermograma, testes infecciosos e, dependendo do caso, avaliação da reserva ovariana, histerossalpingografia e outros exames específicos indicados pelo especialista.

Em geral, não. A maioria dos procedimentos é pouco invasiva. Realiza-se as coletas de óvulos, por exemplo, com sedação leve. A equipe médica acompanha cada etapa para garantir conforto e segurança.

No Brasil, só há permissão da escolha do sexo quando há indicação médica, como prevenção de doenças genéticas ligadas ao sexo. Fora isso, a seleção por preferência não é autorizada pelo CFM.

Em média, um ciclo dura de 30 a 45 dias, incluindo estimulação ovariana, coleta dos óvulos, fecundação, cultivo embrionário e transferência. O tempo pode variar conforme o protocolo escolhido e as necessidades de cada paciente.

Busque uma clínica que une tecnologia, embriologia de excelência e, principalmente, um cuidado humano e individualizado. Avalie a experiência da equipe, a estrutura laboratorial, o acolhimento e a transparência no processo.

Os embriões podem permanecer congelados por tempo indeterminado, sem perda de qualidade, graças à técnica de vitrificação. O que importa é a segurança do laboratório e o controle rigoroso dos tanques de nitrogênio.

Sim. A idade da mulher é o principal fator de impacto na fertilidade, especialmente na qualidade dos óvulos. Por isso, técnicas como FIV e congelamento de óvulos são mais eficazes quando realizadas em idade mais jovem.

Sim. O congelamento não impede tentativas naturais. Ele apenas garante uma alternativa segura para o futuro, caso seja necessário recorrer à reprodução assistida.

No Brasil, a prática chamada popularmente de “barriga de aluguel” é proibida. O permitido é a gestação de substituição (barriga solidária), em que uma parente de até 4º grau da família realiza a gestação sem fins comerciais, seguindo normas éticas do CFM

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